quarta-feira, 18 de abril de 2012

E quando a luz voltar, quero ficar em paz com todos, principalmente comigo, quero ter mais fé, mais amor. Quando a luz voltar quero que meus sonhos se tornem realidade, quero que a realidade pareça um sonho, e claro, quero sonhar mais ainda. Quando a luz voltar quero tudo mais claro, mais nítido, mais transparente, quero nuvens e relâmpagos, sol e calmaria. Quando a luz voltar quero borboletas, quero pássaros bonitos, quero morcegos e trovões, quero o verde das árvores e o cinza nostálgico das nuvens de dias nublados. Quando a luz voltar que o hoje, o ontem e o amanhã, quero tudo e quero nada, quero ventanias fortes e brisas agradáveis. Quando a luz voltar, essa luz que não é a luz lá de fora e sim a aqui de dentro, e eu espero que ela volte em breve, quero o sempre e o nunca, a loucura e a lucidez, a coragem e o medo, quero nunca perder a vontade de viver. Quando a luz voltar quero tudo isso em dobro, triplo e quádruplo, poque tudo isso me será útil, pelo menos em algum momento, eu sei que vai…

E quando a luz voltar, quero ficar em paz com todos, principalmente comigo, quero ter mais fé, mais


 amor. Quando a luz voltar quero que meus sonhos se tornem realidade, quero que a realidade pareça um 


sonho, e claro, quero sonhar mais ainda. Quando a luz voltar quero tudo mais claro, mais nítido, mais 


transparente, quero nuvens e relâmpagos, sol e calmaria. Quando a luz voltar quero borboletas, quero 


pássaros bonitos, quero morcegos e trovões, quero o verde das árvores e o cinza nostálgico das nuvens 


de dias nublados. Quando a luz voltar que o hoje, o ontem e o amanhã, quero tudo e quero nada, quero 


ventanias fortes e brisas agradáveis. Quando a luz voltar, essa luz que não é a luz lá de fora e sim a aqui 


de dentro, e eu espero que ela volte em breve, quero o sempre e o nunca, a loucura e a lucidez, a 


coragem e o medo, quero nunca perder a vontade de viver. Quando a luz voltar quero tudo isso em 


dobro, triplo e quádruplo, poque tudo isso me será útil, pelo menos em algum momento, eu sei que vai…

Quero acordar do seu lado num domingo de manhã. Quero ver você me olhar entre um gole de café e outro, sem nada para dizer, e apenas sorrir antes de voltar a folhar o caderno de cultura. Quero a sua mão no meu cabelo, dentro do carro, no caminho do seu apartamento. Quero deitar no sofá e ver você cuidar das plantas, escolher a playlist no ipod e dobrar as roupas esquecidas em cima da cama. E que, sem mais nem menos, você desista da arrumação, me jogue sobre a bagunça, me beije e me abrace como nunca fez antes com outra pessoa. Quero deitar do seu lado na rede, olhando a lua e ouvindo você me contar histórias do passado. Quero escutar você falar do futuro e sonhar com minha imagem nele. Quero que você ignore a improbabilidade da nossa jornada e fale da casa que teremos no campo. Quero que você a descreva em detalhes, que fale do jardim que construiremos, e dos cachorros que compraremos. E que faça tudo isso enquanto passa a mão nas minhas costas e me beija o rosto. Que você me guarde na memória, mais do que nas fotos. E que, até o último dia da sua vida, você espalhe delicadamente a nossa história, para poucos ouvintes, como se ela tivesse sido a mais bela história de amor da sua vida. E que uma parte de você acredite que ela foi, de fato, a mais bela história de amor da sua vida. Quero que você nunca mais deixe de pensar em mim.

Sabem tão pouco de mim. Eu escrevo? Ah, sim, quase na mesma temporalidade em que respiro. Caminho devagar? Tenho um probleminha no pé, olhe melhor que você perceberá. Tenho o olhar vago? Esse é velho, já deveriam saber. Leio com os mais gritantes barulhos? Eu gosto de histórias além da minha, concentro-me rápido nelas para me esquecer. Não sei abrir o coração? É falha da vida, sabe? Ela ainda não me apareceu com a chave correta. Eu durmo pouco e não sei falar de mim? Tudo mania velha. Eu me formei faz um tempinho na faculdade dos jeitos estranhos de ser. Agora, tem que me aceitar assim, e entender que saber de mim sempre será pouco. Eu sempre vou trancafiar um sentimento, segredo ou passado. Eu vivo me escondendo até de mim. Mas posso garantir que tenho bom coração. Eu amo quem eu amo acima das confissões nunca feitas de mim. Amo por me amarem sabendo que pouco me conhecem.

O que é amor?


                                           O QUE É AMOR?

Amor é quando você fala para um garoto “que linda camisa ele está vestindo” e aí ele a veste todo dia. — Noelle, 7 anos.
Amor é quando você sai para comer e oferece suas batatinhas fritas, sem esperar que a outra pessoa te ofereça as batatinhas dela. — Chrissy, 6 anos.
Amor é quando alguém te magoa, e você mesmo muito magoado não grita porque sabe que isso fere seus sentimentos. — Samantha, 6 anos.
Amor é quando seu cachorro lambe sua cara, mesmo depois que você deixa ele sozinho o dia inteiro. — Mary Ann, 4 anos.
Amor é quando minha mãe faz café para o meu pai e toma um gole antes para ter certeza que está do gosto dele. — Danny, 6 anos.
Amor foi quando minha avó pegou artrite, e ela não podia se debruçar para pintar as unhas dos dedos do pé. Meu avô desde então, pinta as unhas para ela. — Rebecca, 8 anos.
Amor é quando o Josh compra sorvete de chocolate pra mim, e mesmo que eu goste mais do de morango digo que é o melhor sorvete que eu já provei. — Keddy, 9 anos.
O amor não é quando o seu amor corre de você no pega-pega, e sim quando ele te da a mão e chama para correr com ele. — Mary, 6 anos.O amor sou eu. Porque todos os dias quando eu vou dormir, meu pai vai até a minha cama e diz: “dorme bem, amor da minha vida”. — Laura, 7 anos.


Amor é quando você fala para um garoto “que linda camisa ele está vestindo” e aí ele a veste todo dia. — Noelle7 anos.
Amor é quando você sai para comer e oferece suas batatinhas fritas, sem esperar que a outra pessoa te ofereça as batatinhas dela. — Chrissy, 6 anos.
Amor é quando alguém te magoa, e você mesmo muito magoado não grita porque sabe que isso fere seus sentimentos. — Samantha6 anos.
Amor é quando seu cachorro lambe sua cara, mesmo depois que você deixa ele sozinho o dia inteiro. — Mary Ann, 4 anos.
Amor é quando minha mãe faz café para o meu pai e toma um gole antes para ter certeza que está do gosto dele. — Danny, 6 anos.
Amor foi quando minha avó pegou artrite, e ela não podia se debruçar para pintar as unhas dos dedos do pé. Meu avô desde então, pinta as unhas para ela. — Rebecca, 8 anos.
Amor é quando o Josh compra sorvete de chocolate pra mim, e mesmo que eu goste mais do de morango digo que é o melhor sorvete que eu já provei. — Keddy9 anos.
O amor não é quando o seu amor corre de você no pega-pega, e sim quando ele te da a mão e chama para correr com ele. — Mary, 6 anos.

O amor sou eu. Porque todos os dias quando eu vou dormir, meu pai vai até a minha cama e diz: “dorme bem, amor da minha vida”. — Laura7 anos.


quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

É coisa da sua imaginação...

Papai Noel, Fadas, Bicho Papão, Velho do Saco, Super-Heroi, Feitiçeiros, Duendes e tantos outros seres que "não existem", mas fizeram tanta diferença na sua infância... Acho que se eles realmente fossem "coisa da imaginação" não teriam interferido tanto na sua infância... Não é?